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		<title>Primeiro blog : Primeiro blog</title>
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		<description>Seu primeiro blog</description>
		<lastBuildDate>Thu, 11 Mar 2010 07:35:30 GMT</lastBuildDate>
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			<title>Primeiro blog : Primeiro blog</title>
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		<title>Adeus Ano Velho</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2010-01-01T15:26:32Z</pubDate>
		<description>&lt;img src=&quot;http://i15.servimg.com/u/f15/13/45/37/44/new-ye10.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Ah e começa tudo de novo, o show da virada na globo com discursos profundos dos artistas convidados, a idéia da &lt;em&gt;lingerie&lt;/em&gt; &lt;span&gt; &lt;/span&gt;de cor diferente pra chamar todo tipo de boa sorte, as mais diversas simpatias, a tal da lentilha, e os pulinhos no mar....Tudo em torno da idéia “ o próximo ano vai ser diferente”.E depois do dia 2, depois de passada a esbórnia alimentícia com a família, das confraternizações de final de ano, da cura da resssaca... Percebemos que somos as mesmas pessoas de antes do ritual “adeus ano velho”, os mesmos defeitos, as mesmas irresponsabilidades, a mesma grana curta, a mesma falta de amor, a mesma vida... Porém, eu confesso que sou uma entusiasta das “resoluções de fim de ano”, e sempre me dedico a esta lista que me acompanha durante o ano todo. É certo que boa parte delas é pensada no plano da idealização e fica bem longe das nossas possibilidades, mas, a meu ver, o simples fato de nos propormos a melhorar, de refletir sobre coisas que não se queremos mais pra nossa vida no próximo ano é um exercício que traz bons frutos, trazer a consciência maneiras mal-adaptadas de vida e usar o ritual de passagem da virada do ano pra deixar pra trás, tenho certeza, é fecundo em alguma esfera. Na ceia da virada quando sugeri que comentássemos o que faríamos de diferente em 2010, alguém falou, “você faz isso todo ano, eu conheço suas resoluções e tudo continua do mesmo jeito”....Não me pronunciei na hora, mas não é verdade, não é porque coloquei na minha lista ficar rica e não alcancei que o item “conseguir um emprego” foi esquecido, muitas coisas na vida eu só conclui porque coloquei como objetivo e ter um objetivo claro, definido, não é só uma dica, mas uma condição pra fazer dar certo.Eu penso que, muitas das coisas que não pude realizar, pelo menos pude almejar!&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt; &lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;“ A coragem contém em si mesma o poder, o gênio e a magia” Goethe.&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt; &lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Em 2010 eu vou...... Fazer diferente!&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt; &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; font-family: &#039;Times New Roman&#039;&quot;&gt;FELIZ ANO NOVO! Muitas alegrias e realizações a todos os meus &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; font-family: &#039;Times New Roman&#039;&quot;&gt;amigos!&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;</description>
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		<title>Filtro dos sonhos</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2009-08-11T02:54:20Z</pubDate>
		<description>&lt;img src=&quot;http://i85.servimg.com/u/f85/13/45/37/44/dreamc10.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me lembro do que eu respondia, por volta dos 8 anos, quando me perguntavam o que eu queria ser quando crescesse...Pintora de quadros, eu respondia...famosa , claro, porque naquela época arte não me parecia uma área de atuação tão nobre...De lá pra cá, já quis ser atriz, apresentadora de tv e até cantora já me passou pela cabeça, naquela época achei que talvez a falta de talento não fosse um problema tão grande e uma certa presença de palco e um pouco de sorte poderiam me levar ao sucesso, mas enfim, quando cresci um pouco e meus sonhos se tornaram menos pretensiosos me lembro de ter cogitado me tornar professora,....e também publicitária, arquiteta, designer, jornalista, técnica em logística (não me pergunte porque...), militar ( eu sei que não é propriamente uma profissão, mas é que eu achava o uniforme um luxo! rs), e no meio desse caminho eu curtia a adolescência e a versatilidade que descobri em mim,... atendente de telemarketing, vendedora, monitora em escola de inglês e qualquer outra coisa que me pagasse pelo menos 200 reais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ingressando na vida adulta eu escolhi psicologia, contrariando um psicólogo ao qual recorri precisando de orientação vocacional quando tinha 14 anos, me lembro de ter recebido dele uma lista de umas 20 áreas nas quais eu poderia me dar muito bem, num leque de opções que ia de medicina à artes cênicas, me lembro de só ter estranhado “farmácia” rs.E de todas as possibilidades levantadas, a única não recomendada para mim era “psicologia”,... que desaforo! Eu?? Que vendia aparelhos ortodônticos para pessoas que não tinham mais todos os dentes! Ah, eu podia sim! A arrogância que, em muitas ocasiões, foi um defeito conhecido em mim (especialmente na adolescência) venceu e anos depois me levou para o setor de matrícula da Universidade e o resto vocês já imaginam.... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase 10 anos depois da minha busca por uma orientação, entendi que não há uma direção....Existe sim um trabalho sério dentro da psicologia que visa conhecer pontos marcantes da personalidade e aliar a áreas que possam corresponder às habilidades e desejos de cada um e aumentar as chances de realização, mas na verdade não existe um caminho, não existe uma resposta. Quando achei que havia me encontrado, percebi que ainda não sei nada sobre mim mesma, nem do que posso ser, nenhuma pista confiável sobre o meu futuro, nem uma dica do que me fará feliz, e isso é frustrante, mas também é bom, porque é no meio dessa procura que descobrimos que somos mais do que profissões, mais do que escolhas e que nossos sonhos são maiores e dizem mais a nosso respeito do que o rumo que nossa vida tomou.... E em algum lugar de nós eles permanecem intactos à ação do tempo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ass. Sofia Rodrigues &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artista plástica reconhecida internacionalmente por seus trabalhos únicos e extravagantes, abstracionismo vibrante, pautado na estética pós-moderna e de marcas genuinamente subjetivas. &lt;br /&gt;</description>
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		<title>Noite pavorosa</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2009-06-27T05:57:17Z</pubDate>
		<description>&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src=&quot;http://i85.servimg.com/u/f85/13/45/37/44/9_rain11.jpg&quot; border=&quot;0&quot; width=&quot;401&quot; height=&quot;435&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Conheces tu acaso a noite pavorosa&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;que com uivos do vento, tenebrosa &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;a terra envolve?...E o céu, turvo e profundo &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;que, como um negro véu, cobre a face do mundo?&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Essa noite abismal- furna, onde o Medo mora?&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Mas deita-te e descansa: há de nascer a aurora!...&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt; &lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Conheces tu a noite, essa noite pavorosa, &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;assassina da vida, hedionda e tenebrosa&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Ela, o reino da Morte- alta potestade&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;- voz por onde esbraveja a voz da Eternidade?&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Dorme, porém, tranqüilo e de alma descuidada,&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;porque a noite da Morte há de ser alvorada!...&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt; &lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Conheces tu a Noite atroz que invade a mente&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;e apaga a Consciência inexoravelmente?...&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;- venenosa serpente a enlaçar-nos a alma-&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Oh! Levanta, e por sobre os teus ombros, chora,&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Porque essa noite cruel nunca há de ter aurora.&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt; &lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Fala da personagem Schiller de Karl May.&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt; &lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Quando li esse poema tive a certeza de encontrar versada a triste tradução de todos os olhares, todas as falas desconexas, os gritos, os desenhos, as salas frias, todas as angústias, as condenações, todos os destinos de um hospital psiquiátrico.&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;O contato com essa noite que agride, culpa, paralisa, esfrega na cara a nossa impotência e miséria, nos incomoda também por nos mostrar o quanto estamos sujeitos ao apagar da luz .&lt;/font&gt;&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Penso que a condição humana demasiada complexa, parte orgânica, parte mistério, me leva a essa constante inquietude diante da vida. Esse mistério que tanto me intriga, me incita a leituras, estudo, observação, releitura, re-estudo, re-observação e nunca me leva a conclusão satisfatória, me deixa apenas frágil “observadora-participante” da noite atroz.&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Se nunca há de ter aurora, eu me pergunto, o que eu faço, arrogante com a minha lamparina de psicologia?...Por outro lado, sei que mesmo me afirmando como alteridade alguma parte estranha de mim se identificou com qualquer coisa naquela existência doente e percebi que, se cada um, na sua forma, disforme que seja, é fruto do mesmo substrato humano deve existir alguma luz em mim que por meio de um trabalho árduo e comprometido possa se fazer comum à ela para clarear ainda que apenas um passo, dentro da escura noite pavorosa.&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;</description>
		<guid>http://blogdaso.blog-talker.com/Primeiro-blog-b1/Noite-pavorosa-b1-p12.htm</guid>
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		<title>A vida tem a cor que a gente pinta</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2009-05-12T14:04:24Z</pubDate>
		<description>&lt;div style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src=&quot;http://i85.servimg.com/u/f85/13/45/37/44/94096110.jpg&quot; border=&quot;0&quot; width=&quot;312&quot; height=&quot;388&quot; /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Garamond&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;Trânsito parado, fumaça de caminhão, horário pra cumprir, a gasolina no final, lembrei do meu saldo no banco esvaindo-se por fontes inesgotáveis de débitos e das contas para vencer.... Sentia cansaço, sono, uma fome! ...Parecia que há décadas não fazia uma refeição de verdade....Estressada, pensava nas pessoas com as quais tive que conviver nos últimos tempos, as que foram ríspidas comigo, ou que subestimaram a minha capacidade, as que exigiram providências fora do meu alcance, ou aquelas que se encontravam na mesma situação que a minha mas agiram como se não fôssemos iguais.... A imagem do homem que depois de oito anos na empresa, estava saindo para que eu entrasse me veio à mente...A cena das lágrimas rolando o rosto cheio e rosado me acompanhou em muitos momentos do dia.... O abraço que me deu desejando boas vindas não poderia ter sido mais desconfortável, foram longos segundos....O sinal fechou e um cara veio me pedir moedas, pensei: “De novo! Tô virando sócia! Vou fazer meu título do clube da esmola!”. Ajudei mais uma vez, não porque desejava, mas pra me livrar rápido da presença desagradável do mendigo...Tudo em mim era insatisfação.O final do dia parecia uma eternidade.... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Garamond&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;No caminho caótico de volta para casa, a tarde foi caindo e o céu se encheu de um laranja claro rajado de nuvens brancas sombreadas de lilás e quando meu olhar se perdeu no horizonte fui tomada por uma alegria calma. Ocorreu-me naquele instante a frase de um sábio catedrático que tive o prazer de conhecer “A vida tem a cor que a gente pinta”. Na mesma ocasião em que pude encontrá-lo passeando nos jardins de uma Universidade tinha ido ao campus para assistir a uma palestra sobre acupuntura, um tratamento alternativo que sempre me despertou a curiosidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o evento descobriu-se que aquele profissional tão competente e sensível que nos falava era deficiente visual.O rapaz compartilhou conosco parte das dificuldades que enfrentou e das barreiras que precisou transpor para construir sua história de superação e depois do curso tive a oportunidade de conhecê-lo melhor e de desfrutar um delicioso almoço na companhia dele e de sua linda família. A lição que tirei daquela experiência nunca vou me esquecer. No pôr-do-sol ao final dessa difícil semana, me dei conta de que, embora eu possa ver a beleza de todas as cores muitas vezes escolho pintar a minha vida em tons sombrios, com cores mortas. Ele não pode enxergá-las, mas com certeza faz da vida dele um quadro multicolorido. &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;</description>
		<guid>http://blogdaso.blog-talker.com/Primeiro-blog-b1/A-vida-tem-a-cor-que-a-gente-pinta-b1-p11.htm</guid>
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		<title>Windows para o mundo...</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2009-04-01T18:37:36Z</pubDate>
		<description>&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://i85.servimg.com/u/f85/13/45/37/44/imagem10.jpg&quot; border=&quot;0&quot; width=&quot;329&quot; height=&quot;340&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em função de uma leitura exigida na faculdade fui levada a observar e questionar o funcionamento do mundo atual que implica em vidas para consumo e amores líquidos.&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;É bem verdade que a atualidade traz intrínsecas temáticas que se baseiam em transitoriedade, ilusão, desconfiança, compulsão, individualismo, acompanhadas da fatídica constatação de que tudo se tornou “descartável”. Mas antes de tecer qualquer comentário acerca desses axiomas acho importante lembrar que uma visão holística dessa realidade deve ser priorizada. É inegável que essas verdades sobre a modernidade tem se tornado cada vez mais presentes e igualmente destruidoras na vida do homem contemporâneo, e que as projeções para o futuro quanto a esse quadro não são muito promissoras. Porém, eu, pertencendo a um grupo de pessoas em consonância com esse contexto, e irreversivelmente inserida nele, desfruto de uma visão um pouco mais otimista.&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Os inúmeros benefícios que o mundo “high tech” nos proporciona não só melhoram a qualidade de vida como também geram avanços médicos e científicos antes impensáveis. As facilidades virtuais otimizam o tempo, derrubam barreiras de mercado e revolucionam a comunicação, criando debates, gerando discussões e democratizando a informação. Todo esse avanço gera um leque de possibilidades de ser e agir no mundo que carrega em si a oportunidade de diminuir a alienação e nos tornar pessoas mais conscientes e atuantes.&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;Uma vida virtual não precisa comprometer a vida real, abdicar-se dela é uma escolha individual (E o mundo virtual seria, nesse caso, apenas mais uma opção de fuga dentre tantas disponíveis). A amplitude que se alcança nesse espaço pode e deve ser vista como uma possibilidade de existência mais rica e de relacionamentos que podem ser cultivados além da presença física, numa situação inédita na história em que se pode transpor fronteiras geográficas e culturais.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Manter uma visão anacrônica e nos limitar a lançar indiscriminadas críticas as conquistas do mundo de hoje, nos distrai no sentido de encontrar soluções e adaptações mais saudáveis para a vida moderna e, dessa maneira, soa como um triste retrocesso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não devemos esquecer que a contemporaneidade é, antes de tudo, uma era de grandes conquistas.&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;</description>
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		<title>Mentes gordas...Crianças problema!</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2009-03-15T22:43:08Z</pubDate>
		<description>&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://i85.servimg.com/u/f85/13/45/37/44/300_5810.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por &lt;strong&gt;Vivian Faria...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os médicos sempre falam isso, mas pouca gente dá ouvidos: quem tem hábitos saudáveis não apenas vive muito mais tempo, mas também vive melhor. A maneira mais precisa de traduzir a expressão “vida saudável” é observar o modo oposto e até perverso de como a maioria das pessoas trata o próprio corpo: come-se demais, enquanto se faz exercícios de menos. O preço desse comportamento fica mais pesado com o correr dos anos e se torna um fardo doloroso na velhice.&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot; class=&quot;EC_MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;span&gt;            &lt;/span&gt;Absolutamente, ao contrário do que muitos pensam, criança gorda não é criança saudável. Criança gorda é sinônimo de problema, sedentarismo, doenças. É na infância que as células de gordura são formadas. Quando não há gasto suficiente de calorias, o excesso estimula o surgimento de uma maior quantidade de tecido gorduroso. Estes tecidos param de se multiplicar na adolescência porém, a partir desta fase, eles passam a “inchar”. Como conseqüência, crianças “gordinhas” passarão a vida controlando o que comem.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot; class=&quot;EC_MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;span&gt;            &lt;/span&gt;Doenças geralmente relacionadas com a idade adulta vem se tornando comum entre as crianças do mundo todo. A má alimentação associada com a violência – o que não permite a queima de calorias de forma saudável, brincando – e a ausência dos pais que quando voltam do trabalho sempre trazem pequenas “surpresinhas” (guloseimas) como forma de compensar o tempo em que estiveram fora, são os principais vilões para possíveis problemas de hipertensão, colesterol alto e diabetes.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot; class=&quot;EC_MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;span&gt;            &lt;/span&gt;Em termos fisiológicos, a criança tem algumas carências, porém o pior mal está associado às doenças psicológicas. Uma criança que é ridicularizada por suas características na infância, pode se tornar um adulto frustrado, com baixa autoconfiança e sérios candidatos à depressão, desvios comportamentais, dificuldades de socialização e até suicídios.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot; class=&quot;EC_MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;span&gt;            &lt;/span&gt;Pesquisas afirmam que o modo como se vive até os 50 anos é que determina a qualidade de vida depois dos 65. Quem desenvolve bons hábitos desde cedo, pratica exercícios regulares, cultiva amizades, mantém alta atividade mental e dribla o “stress” com humor, pode ser dez vezes mais saudável e feliz na terceira idade do que quem não agiu desta maneira.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;</description>
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		<title>Jogos de azar</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2009-03-05T01:17:34Z</pubDate>
		<description>&lt;span style=&quot;font-family: Arial&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://i85.servimg.com/u/f85/13/45/37/44/_dados10.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;Minha mãe sempre dizia “ jogo de azar vicia!” ....Confiscou todos os meus baralhos na adolescência sob essa incontestável alegação, abortando meu único potencial a ser desenvolvido para participação em alguma competição, pois o blefe foi uma das poucas habilidades que eu pude desenvolver na falta de inteligência cinestésica para os esportes....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;Na minha cabeça infantil e portanto, literal, eu pensava no porquê dessa expressão “jogo de azar”, afinal, qualquer coisa que dizia respeito a idéia de azar não me parecia viciante, além disso, eu costumava ganhar,... não fazia sentido!...E foi aí que eu descobri que nem tudo é como parece ser, ou como deveria ser!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;Revoltados com essa obviedade se fazendo compreensiva na minha vida a essa altura do campeonato?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não mais do que eu....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;Vou explicar como foi que a ficha caiu....Não tem a ver com a aurora da minha vida em que imaginava todas as frases de uma maneira bem concreta, tipo quando ouvia alguém dizer “vou te dar uma mãozinha”, e eu visualizava uma luva branca com vida própria vindo ao meu encontro, ou então quando escutava alguém dizer “macacos me mordam” eu imaginava um coitado sendo atacado por um bando de gorilas africanos, ah e tinha uma bem comum também, era a imagem do ataque brutal a um pseudoser voador irritante a qual me remetia o famoso “acertar na mosca”.&lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;Mesmo depois que pude assimilar as idéias reais contidas naquelas expressões, ainda enfrentei alguma resistência interna quanto a essa questão, mas enfim...&lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;Voltando ao tal jogo de azar, descobri que jogo de azar é viciante por causa do seu oposto contido, é ele que lhe confere a conotação positiva para o vício, o lance não é o azar, é a sorte! Está implícito! Aff....tão lógico que me ofende! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E que, assim como no amor, que também é um jogo de azar, quase sempre se perde, mas a possibilidade de ganhar é que nos vicia e nos impulsiona a continuar nessa aposta vazia e sem regras, cheia de perdedores, que desqualifica toda e qualquer habilidade pra te fazer contar apenas com a “sorte”.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;</description>
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		<title>Guerra dos sexos</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2009-02-12T23:53:07Z</pubDate>
		<description>&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://i65.servimg.com/u/f65/13/45/37/44/amor_010.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Homens são de marte, mulheres são de qualquer universo paralelo sem leis que regem os comportamentos...&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;span&gt; Esses&lt;/span&gt; ETs chamados “mulheres” sempre fazem uso da velha e detestável desculpa da TPM pra todas as explosões emocionais despropositadas que colocam os homens a beira da loucura....&lt;/font&gt;&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;A gente adora e detesta doces ao mesmo tempo,... depende da balança; gostamos que os caras nos liguem no dia seguinte, mas se ligam não damos muita bola;... adoramos fofoca, mas quando falam da gente &lt;span&gt; &lt;/span&gt;ficamos furiosas! Gostamos de sair, nos arrumar e bater papo com as amigas, mas tem dia que tudo que a gente quer é ficar sozinha de chinelos e pijama; adoramos acima de tudo homens carinhosos, mas de vez em quando a gente deseja secretamente uma grosseria gratuita só pra nos fazermos de “vítimas” e lucrarmos com as tentativas frustradas dos homens de se redimir... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É, eu tenho que admitir...Somos mesmo complicadas...&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Hoje&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;numa conversa&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;com a galera, o assunto surgiu...&lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;“Do que as mulheres gostam?”&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Um belo representante do coro machista logo se pronunciou... “Quem gosta de homem bombado é gay, mulheres gostam de dinheiro”..depois, um complemento brilhante por parte de outro membro da classe, “É elas gostam do dinheiro, mas se o cara não for “presença” logo recebe um par de chifres!”....rs&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;É verdade, sejamos honestas mulheres, nós gostamos do dinheiro!! Eu, com certeza gosto e julgo as outras, por mim...(usando um clichê muito verdadeiro). Mas esse não é um privilégio feminino, afinal de contas quem não gosta de dinheiro?&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;O paradigma social e cultural é que nos coloca na posição de interesseiras, vulgo “pistoleiras”, quando desejamos homens ricos, mas quando homens ricos se casam com mulheres muito mais jovens e bonitas, nenhum adjetivo pejorativo lhes é colocado, afinal a motivação masculina nesse caso é muito legítima, certo?&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Sarcasmo à parte, verdade seja dita, não existe uma outra resposta pra essa pergunta que não seja: mulheres gostam é de se apaixonar! Ainda que, em alguns casos, pelo dinheiro...rs&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;</description>
		<guid>http://blogdaso.blog-talker.com/Primeiro-blog-b1/Guerra-dos-sexos-b1-p7.htm</guid>
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		<title>Luxo do lixo</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2009-01-31T13:57:11Z</pubDate>
		<description>&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; text-align: justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://i65.servimg.com/u/f65/13/45/37/44/mente10.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por &lt;strong&gt;Fernanda Fraga&lt;/strong&gt;....   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre fui a favor da espontaneidade.&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; text-align: justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Mas quando não se tem nada na cabeça, o que fazer? Deixo de escrever ou vasculho incessantemente algum conteúdo fugitivo nos cantos da imaginação? Prefiro simplesmente assumir que não sei o que escrever. É diferente de não ter o que escrever. Tenho, mas não sei onde está. Algo semelhante ao que acontece com os meu óculos quase todos os dias. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; text-align: justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Posso levantar algumas hipóteses:&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; text-align: justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Psicanalistas diagnosticariam essa “falta de conteúdo” como resistência.&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; text-align: justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Ou será que a TV está me deixando mais burra a cada dia que passa? Impossível! Afinal creio que os meios multimídias são um tipo de arte contemporânea democrática, ao contrário de críticos elitistas que tratam a TV e a internet como lixo.&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; text-align: justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Minha mãe sempre criticou a minha memória. Acho que ela tem razão.&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; text-align: justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Deveria eu convocar espíritos e psicografar? Minha religião (ou falta de) não me permitiria.&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; text-align: justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Santo Ócio me ajude agora.&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; text-align: justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Lembro-me que na época do vestibular desisti de jornalismo por medo de algum dia não ter mais o que escrever. E se acabasse a pilha da minha criatividade, o que eu faria se esse fosse o meu ganha-pão? Ficaria sem saída...&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; text-align: justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Talvez por isso tenha escolhido uma profissão que lida com um pouco de tudo isso que citei: com os processos da memorização, com a criatividade, com a dúvida, com a influência de nossas mães, com a inteligência, com a religião, com orientação profissional, com esse “vazio”...&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; text-align: justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Lembrando de vestibular e profissão, lembro de estudo. Lembrando de estudo, lembro de férias...&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; text-align: justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Taí, nesta reflexão encontrei uma resposta plausível: Talvez o que me deixe tão “assim”, sejam as FÉRIAS!&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; text-align: justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;É por isso que às vezes me sinto vazia e ignorante. Estou reciclando meu material intelectual!&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; text-align: justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Ainda bem que é temporário...&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;</description>
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		<title>Socioconstrutivismo!</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2009-01-28T15:35:26Z</pubDate>
		<description>&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Quero informar aos leitores desse blog que alguns dos próximos textos serão escritos por amigos muito especiais que têm muito a dizer. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt; &lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;“Onde quer que nos encontremos, são os nossos amigos que constituem o nosso mundo”.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;span&gt;                                                                                     &lt;/span&gt;Willian James.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;</description>
		<guid>http://blogdaso.blog-talker.com/Primeiro-blog-b1/Socioconstrutivismo-b1-p5.htm</guid>
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		<title>Anger Management</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2009-01-20T16:55:52Z</pubDate>
		<description>&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src=&quot;http://i65.servimg.com/u/f65/13/45/37/44/25871310.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de um episódio nada agradável de discussão com uma amiga, me dediquei a refletir sobre esse sentimento incontrolável e igualmente destruidor chamado raiva...&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Eu nunca fui do tipo boazinha, que ouve tudo calada. Embora seja bem verdade que algumas vezes já me faltaram palavras diante de situações irritantes, constrangedoras e injustas,.... ainda assim posso dizer que a raiva, rotineiramente, faz parte da minha vida. Xingamentos no trânsito, reclamações desnecessárias, discussões inflamadas, mau-humor crônico e mágoas estiveram presentes em muitos episódios marcantes da minha história. Eu sempre justifiquei a mim mesma com pensamentos do tipo: “Tenho uma personalidade forte, fulano me conhece, já devia saber”; ou então, “#$%¨¨&amp;amp;*(@$$, ciclano sabe que isso me irrita e fez de novo!! Tá de sacanagem comigo!”...Ou fazia uso dos clichês: “É isso aí, eu não levo desaforo pra casa!”, ou o mais conhecido “Quem fala o quer, ouve o que não quer!!” . E todas as vítimas das minhas explosões &lt;span&gt; &lt;/span&gt;sempre, de alguma maneira, &lt;span&gt; &lt;/span&gt;foram&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;responsabilizadas por esse sentimento que, muitas vezes cresceu em função de um favorecimento por parte do meu tal “gênio forte”.&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Ok, “Mas e aí? É possível mudar a personalidade?” Nesse tema controverso, assunto de eternas discussões entre várias linhas de pensamento não pretendo me estender, mas preciso adiantar que, acredito mesmo que sim, com algumas restrições, certamente. Esse meu posicionamento pode até soar como uma forma de justificar minha escolha profissional, mas asseguro que a mesma é, na verdade, fruto dessa minha convicção.&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Voltando a questão da raiva, decidi que, por mais que isso despenda energia psíquica, vou procurar controlá-la...Não me refiro a aprender sânscrito e entoar mantras matutinos, ou virar adepta da ioga, nem está nos meus planos fazer um curso de imersão num monastério qualquer...A idéia de transcendência da raiva não me parece muito real, nem funcional, afinal a raiva bem direcionada é o que incita a luta por direitos e combate injustiças.&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;Enfim, longe de tentar atingir meu nirvana, pretendo fazer uso das boas e velhas técnicas de controle da raiva com mais freqüência. Respirar fundo e contar até 10, usar a empatia e hierarquizar situações por nível de importância, com certeza vão me ajudar. Ano novo, Sofia nova!&lt;/font&gt;&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;</description>
		<guid>http://blogdaso.blog-talker.com/Primeiro-blog-b1/Anger-Management-b1-p4.htm</guid>
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		<title>Prêt-à-porter</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2009-01-15T22:25:46Z</pubDate>
		<description>&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src=&quot;http://i65.servimg.com/u/f65/13/45/37/44/17-cav10.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu gostaria de escrever sobre algo mais profundo, mais significativo, sei lá...Mas hoje eu tô superficial e irremediavelmente contaminada pelo meu passeio vespertino ao Shopping Center...&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Devo confessar que me desperta a curiosidade alguns comportamentos com relação a moda, que podem ser observados quando se pára em meio aquele cenário atemporal e alienador e assiste aos “desfiles” do senso comum...&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Na minha opinião que, devo antecipar, está mais favorável à mesma do que contra, admitindo ser eu uma pessoa bem dada a vaidades....Devo dizer que moda é importante, faz bem, nos insere em círculos sociais, associa e diferencia pessoas, tem a ver com atitude, beleza e inclusive com auto-estima...Mas Moda precisa estar diretamente ligada ao bom senso, se não, vira uma lástima! Algumas peças de roupa, não caem bem para alguns tipos físicos, alguns acessórios se tornam muita informação para algumas pessoas, e alguns modelos, definitivamente, não deveriam nunca sair de uma passarela! (Onde também só são admissíveis por estarem em um espaço de catarse artística, digamos assim....). &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;No Brasil, é Sol o ano inteiro e a moda pilha estampa na gente, aff....Pra que isso tudo?? Essa profusão de cores desordenadas, amarelo-ovo, azul-piscina e rosa-pink, tudo num mesmo campo visual! Esse caleidoscópio do mau gosto me desconcerta! E aquelas coisas esdrúxulas, com babados enormes e mangas balonês &lt;span&gt; &lt;/span&gt;maiores que a cintura....Quem usa aquilo e sente confortável? Eu acho que me sentiria uma boba da corte neocontemporânea...&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Bem, talvez eu seja uma caipira ignorante e o entendimento da moda esteja muito além da minha capacidade, enfim, exija uma visão bem menos restrita do que a minha, mas a verdade é que jeans, tênis e camiseta quase sempre me fazem sentir bem, e quando as pessoas me olham, elas olham pra mim....&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;</description>
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		<title>Só cismando...Sofismando....</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2009-01-14T15:47:49Z</pubDate>
		<description>&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src=&quot;http://i65.servimg.com/u/f65/13/45/37/44/terapi10.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As férias estão prestes a acabar e a iminência do recomeço me remeteu a vivência nas aulas de psicanálise do semestre passado,... Bem, eu ficava ali, à margem de tudo (o que era atípico, porque nas outras matérias eu sempre fazia a linha interessada...) observando a situação que se instalava....Futuros psicólogos orbitando um ser do sexo feminino formado em psicanálise há pelo menos 4 décadas que tentava explicar verdades freudianas pra nós...E putz, tudo o que passava pela minha cabeça era: “ Sério mesmo que o pessoal ta entendendo o que ela quer dizer com: -Recalques atuam sobre representações mentais que geram desprazer?” .....Uhn., bem, se eles estiverem entendendo, preciso identificar o motivo do meu comprometimento intelectual....Levantei uma hipótese... É sabido que baixa oxigenação no cérebro compromete a eficiência das sinapses nervosas, e ....eu sofro de rinite alérgica desde pequena então...posso considerar que meu nível de oxigênio é deficitário e..... é por isso que, vejo nos olhos dela que existe alguma informação importante que ela quer transmitir...mas não faço idéia do que possa ser.....rs.&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;</description>
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		<title>Confissões de uma estudante pobre de marré de si....</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2009-01-14T02:04:08Z</pubDate>
		<description>&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Meu, estudante sofre, de verdade....Essa fase completamente vazia e improdutiva do desenvolvimento pós-adolescente na classe-média-baixa da sociedade, chamada....Como é que minha professora definiu isso?.....Uhn...Ah eh...Moratória Social,...sério, isso não é um fenômeno....Isso é um jugo! Uma mazela, um câncer de metástase subjetiva e social ... (desculpem o pleonasmo, me empolguei) Então tá, vamos lá... Como é bom colocar a culpa em alguém (principalmente um alguém inominável como circunstâncias fora do nosso controle) quando a gente se sente uma fracassada....&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Não fui geneticamente favorecida no quesito inteligência; nem estudei nas melhores escolas com métodos circenses de “como gabaritar a porra, hipócrita, segregativa, e ineficiente do VESTIBULAR federal” destinada, claro, a todas as pessoas nascidas em berço esplêndido; nem pertencia a nenhuma comunidade carente beneficiada por algum programa governamental de incentivo ao estudante....Então, você pode adivinhar o que foi feito de mim.... fui parar na “Universidade Particular-faço-você-empobrecer-em-5-anos-por-um-diploma-que-você-vai-querer-esconder”....Afinal meus pais, que estudaram numa Universidade Federal (na época em que, -acreditem vocês!- a mesma atendia alunos vindos de escolas públicas também! Juro!)... frustrados e rendidos pelos meus sucessivos fracassos estudantis resolveram pagar a tal Universidade mencionada.... E desde então, eu desfruto as maravilhas infindáveis da tal moratória social.....Mas ainda não a especifiquei, né? Então vamos lá....Ao contrário do q as notas nos exames nacionais que avaliam a eficiência das Universidades pagas possam sugerir, algumas delas estão cheias de ótimos professores, (o que nos faz pagar aquele montante mensal vergonhoso com menos revolta)....E tendo uma dessas ótimas professoras numa matéria sobre perspectivas profissionais aprendi que moratória social é um fenômeno em que os jovens estendem o tempo de dependência dos pais em função de um ingresso cada vez mais difícil e procrastinado no mercado de trabalho...Ufaaa, como é bom nomear a nossa patologia e não estar mais sozinho no mundo....Ah o conforto de se sentir pertencente! É esse o mal que me aflige!... Viver na casa dos meus pais aos 22 anos numa dependência financeira que se assemelha a de um adolescente de 15 anos que só precisa de dinheiro pra pipoca do cinema, louca pra ser levada a sério! Afinal eu sou penalmente imputável, voto, dirijo, faço minhas escolhas, há muito tempo!! Mas com que moral? Eu nem mesmo posso me considerar uma adulta numa idade em que, os meus avós já teriam pelo menos meia dúzia de filhos, literalmente....&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Eh... é isso, valeu o desabafo....longe da felicidade das brincadeiras infantis (E acho que isso devia ter sido desmistificado pra nós naquela época) quando se é um estudante pobre de marré de si a única maneira de entrar na roda com ricos de marré de si é esperar que eles te ofereçam um estágio remunerado com vale-coxinha até que o término do contrato os separe e você seja finalmente uma pessoa formada e fatalmente desempregada....&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Queridos amigos, inimigos, indiferentes, críticos e visitantes imaginários....Nos vemos no próximo post...Bju, xuxus.&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;</description>
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